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3ª Feira realizada pela Fetraf-RS reafirma a força da agricultura familiar

Evento realizado em Capão da Canoa cresceu 11% em relação à edição anterior

Publicado: 05 Fevereiro, 2026 - 09h10 | Última modificação: 05 Fevereiro, 2026 - 09h22

Escrito por: CUT-RS | Editado por: CUT-RS

Vanessa Albuquerque/Fetraf-RS
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A 3ª edição da Feira da Agricultura Familiar de Capão da Canoa, que terminou neste final de semana, alcançou resultados expressivos, destacando o evento como um dos principais espaços de valorização da agricultura familiar no litoral gaúcho.

Realizada pela Fetraf-RS, em parceria com a Emater, Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS, Prefeitura Municipal, Secretaria de Cidadania, Trabalho e Ação Comunitária e Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, a feira superou expectativas de público, ampliou sua estrutura e registrou crescimento significativo nas vendas em relação ao ano anterior.

O secretário geral e coordenador das feiras da Fetraf-RS, Luis Carlos Scapinelli, avaliou positivamente a terceira edição da feira e ressaltou sua consolidação no município.

Em 2026, o volume de comercialização atingiu R$ 703.564,00, representando um crescimento de aproximadamente 11% em comparação à edição passada, que havia movimentado R$ 633.842,00. Ao longo dos dias de programação, milhares de pessoas passaram pelo espaço, fortalecendo o vínculo direto entre agricultores e consumidores. A diversidade de produtos foi um dos grandes destaques, assim como a intensa interação entre quem produz e quem consome, reforçando a importância da agricultura familiar para a economia local, a segurança alimentar e a promoção da alimentação saudável.

“A CUT esteve presente na abertura do evento, para prestigiar a Federação e também porque nós entendemos que a agricultura familiar é que põe comida na mesa dos trabalhadores e trabalhadoras do RS e do Brasil”, ressalta Everton Gimenis, vice-presidente da CUT-RS.

“Tanto a agricultura familiar como a economia popular solidária são fundamentais para fortalecer formas de produção baseadas na cooperação, na autogestão e na valorização do trabalho humano, oferecendo alternativas concretas ao modelo econômico tradicional, muitas vezes excludente”, explica. “Vida longa aos agricultores e agricultoras, à Feira, ao fortalecimento da agricultura familiar do RS”, completa Gimenis.