Desemprego fecha 2025 na menor taxa da história no RS e massa salarial aumenta
Além da queda no desemprego, a renda média dos trabalhadores aumentou. O rendimento habitual chegou a R$ 3.968, alta de R$ 62 em relação à pesquisa anterior.
Publicado: 23 Fevereiro, 2026 - 09h36 | Última modificação: 23 Fevereiro, 2026 - 09h40
Escrito por: CUT-RS
O Rio Grande do Sul encerrou 2025 com a menor taxa de desemprego desde o início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. No último trimestre do ano, a desocupação caiu de 4,1% para 3,7%, consolidando um cenário de recuperação do mercado de trabalho.
No Brasil, a média também recuou, chegando a 5,1%. Entre os estados, o RS tem a sétima menor taxa de desemprego do país. Na Região Sul, porém, o desempenho gaúcho ainda fica atrás do Paraná (3,2%) e de Santa Catarina (2,2%).
Segundo as estimativas do IBGE, cerca de 229 mil gaúchos seguem sem trabalho, mas gostariam de estar ocupados, 51 mil a menos do que no mesmo período do ano anterior. Para efeito de comparação, no auge da pandemia o número de desempregados chegou a ultrapassar 500 mil pessoas no Estado.
Formalização avança
Outro dado relevante é o avanço da formalização. O Rio Grande do Sul tem hoje a terceira maior taxa de formalidade do país: 81,5% dos trabalhadores possuem carteira assinada. O índice só é inferior ao de Santa Catarina e ao de São Paulo.
Houve redução no número de pessoas trabalhando sem carteira assinada e também entre empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Já o contingente de trabalhadores formalizados apresentou crescimento, indicando melhora na qualidade das ocupações.
Renda maior e massa salarial acima de R$ 23 bilhões
Além da queda no desemprego, a renda média dos trabalhadores aumentou. O rendimento habitual chegou a R$ 3.968, alta de R$ 62 em relação à pesquisa anterior. Com isso, a massa salarial total do Estado superou R$ 23 bilhões.
*Com informações de GZH